A ideia de descoberta pode ser considerada fútil, pois não existe um verdadeiro ato de "descobrir". Pense sobre isso: quem realmente me "descobriu"? Meu corpo? Meu espírito? Ou até mesmo minhas células? Na verdade, tudo simplesmente é o que é. As larvas, por exemplo, encontram e consomem a matéria orgânica disponível. De maneira análoga, os portugueses, assim como as larvas, se alimentaram do que estava ao seu alcance.
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